História do Gelado  
         
 

A partir dos relatos de Marco Polo, alguns cozinheiros italianos experimentaram novas receitas feitas à base de gelo e leite. A Itália faria assim do gelado uma arte nacional.

Em 1550, um médico espanhol que vivia em Roma, de seu nome Blasius Villafranca, descobriu que era mais fácil congelar um alimento juntando nitrato de potássio, e mais tarde sal, à neve. Utilizando este método, os florentinos foram os primeiros a produzir gelados em larga escala.

O arquitecto Bernardo Buontalenti, contratado para criar e organizar banquetes de luxo, terá introduzido sobremesas geladas feitas com zabaglione e frutos.

Nos séculos XVII e XVIII, os europeus começaram a experimentar vários sabores nos gelados, mesmo sem métodos de refrigeração muito desenvolvidos. Desde côdeas de pão a queijo ralado, de flores de laranjeira a espargos, tudo era gelado, moldado e servido com requinte.

Nos EUA o gelado rapidamente alcançou o estatuto de alimento nacional. Para tal terá contribuído a preferência do primeiro presidente norte-americano George Washington, que servia gelados nos jantares presidenciais de quinta-feira. Consta, mesmo, que Washington comprou uma maquina para fazer gelados de baunilha.

Outro Presidente norte-americano, Thomas Jefferson, que tinha redigido a Declaração de Independência em 1776, também apreciava esta sobremesa. Tendo provado gelados em França, onde foi secretário de Estado, aproveitava qualquer ocasião para servi-los aos seus convidados na sua mansão de Monticello, na Virgínia.

O gelado de cone foi inventado na Exposição Mundial de Saint Louis, em 1904. A história já é lenda nos Estados Unidos: a namorada de um vendedor de gelados enrolou o seu gelado numa bolacha, para impedir de pingar, à semelhança do ramo de flores que tinha recebido do dito vendedor.

 

 

 

 
produtos
equipamentos
sabia que

 

Gelados Globo   geral@geladosglobo.com